rever pela enésima vez o
die hard (mesmo antes dos oscars) levou-me a clarificar três ideias latentes :
:trata-se mesmo do
it's a wonderful life do cinema de acção.
:criando o john mclane demarcou-se claramente do eixo niilista (i.e. super homem) alicerçado em filmes
over-the-top como o
cobra,
comando ou da saga
rambo (c/ excepção do primeiro)*, profetizando a queda do grande herói americano filmada em toda a sua plenitude nesse meta-filme que é o
last action hero.
:por ter realizado também o
predator, desculpam-se ao mctiernan coisas como o
hunt for the red october ou
medicine man. ou grande parte de uma carreira muito desequilibrada.
::*enquanto reflexão (estereotipada) das dificuldades de adaptação ao
american lifestyle dos veteranos da guerra do vietname,
first blood vai muito para além do artificialismo estupidamente bélico e pirómano de todos os consequentes. e só tem uma morte.
::em sentido contrário a qualquer imediatismo
presidence dos excepter é como o
white album que ny merece.
debati-me com o épico aqui.